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:: A Folia nos
Estádios de Futebol |
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Na final do Campeonato Carioca deste ano, entre Flamengo e Botafogo, a
torcida rubro-negra cantou a marchinha carnavalesca “Mamãe eu
quero” para provocar os botafoguenses, lembrando o famoso
episódio do chororô, em um dos confrontos entre os dois times
esse ano. O coro surgiu espontâneo, entre um pequeno grupo de
torcedores, e, de repente, já ecoava por todo o estádio. Afinal,
quem é que não conhece essa e outras tantas marchinhas
carnavalescas? O fato deu-me a inspiração para falar um pouco
com vocês sobre essa estreita relação entre as torcidas de
futebol e o Carnaval.
As marchinhas que faziam sucesso nos salões e nas ruas começaram a ser
cantadas nos estádios na final do Campeonato Carioca de 1942.
Jaime de Carvalho, um rubro-negro apaixonado, reuniu um grupo de
torcedores que invadiu o estádio das Laranjeiras com
instrumentos de percussão, clarins, um pistom e um trombone. A
pequena, mas barulhenta bandinha, ajudou a empurrar o time para
conquistar o título daquele ano em cima do Fluminense e aumentar
a rivalidade entre as duas equipes que mais ganharam
títulos no Rio de Janeiro desde 1912 de uma maneira divertida e
bem humorada.
Ver História do FLA x FLU

Empolgados
com a estréia vitoriosa, o grupo passou a acompanhar todos os
jogos do Flamengo. Ary Barroso, comentarista de futebol e
flamenguista fanático, acabou batizando a bandinha rubro-negra
com o apelido de “charanga”, pois ele dizia que se tratava
apenas de um conjunto musical desafinado e barulhento. Ary, além
de gostar de futebol, também era compositor e sua “Aquarela
Brasileira” serviu de inspiração para Silas de Oliveira compor o
samba homônimo para o desfile da Império Serrano de 1964. Ary
Barroso ainda foi homenageado pela União da Ilha em 1988 com o
enredo “Aquarilha do Brasil”. Apesar do nome jocoso dado pelo
compositor, o fato é que a Charanga Rubro-Negra de Jaime de
Carvalho inspirou torcedores de outros times a também formarem
as suas próprias charangas.
Na Copa do
Mundo de 1950, realizada no Brasil, a charanga de Jaime se
vestiu de verde e amarelo. Na partida válida pelo quadrangular
final, entre Brasil e Espanha, o Maracanã recebeu um público de
mais de 200 mil pessoas, e lá estava a charanga para apoiar a
seleção brasileira. A crônica esportiva exaltava a seleção
espanhola e previa um jogo muito difícil, mas, comandada por
Zizinho e Ademir Menezes, a equipe brasileira dava olé em campo.
Com o placar indicando 6 a 1, a charanga viu que o “touro
espanhol” não era tão bravo assim e começou a tocar a marchinha
“Touradas em Madrid”, sucesso do Carnaval de 1938. O efeito
cascata tomou conta do Maracanã e milhares de torcedores
começaram a acenar com lenços brancos e a cantar debochadamente
numa só voz:
“Eu fui às
touradas em Madri
(Bum paratchimbum)
E quase não volto mais aqui
Para ver Peri beijar Ceci”
Entre os
espectadores, estava o autor da marchinha, João de Barro, o
Braguinha, que não se conteve e chorou de emoção. O compositor
se emocionaria novamente em 1984, na homenagem prestada pela
Mangueira, com o enredo “Yes, nós temos Braguinha”, levando a
verde-e-rosa a conquistar o primeiro título da era Sambódromo. A
marchinha “Balancê”, de Braguinha, é cantada até hoje pela
torcida do Fluminense que trocou alguns versos para fazer
referência ao time.
Lamartine
Babo, outro grande compositor de marchinhas carnavalescas,
também tem suas composições cantadas até hoje nos estádios. Os
hinos em ritmo de marchinha, criados nos anos 1940, se tornaram
tão populares que ofuscaram os hinos oficiais que os clubes
tinham até então. Curiosamente, o saudoso Lalá também virou
enredo e deu o título do Carnaval de 1981 à Imperatriz, com “O
teu cabelo não nega (Só dá Lalá)”.

São muitos
os casos em que o futebol e o Carnaval se encontram. Em 1989, o
samba “Festa Profana” da União da Ilha virou um hino dos
torcedores que comemoravam a vitória dos seus times com os
versos “Eu vou tomar um porre de felicidade / Vou sacudir, eu
vou zoar toda cidade…”. Em 93, o Salgueiro deu um show na
Sapucaí com “Peguei um Ita no Norte” e os versos “Explode
coração na maior felicidade…” logo ganharam as arquibancadas dos
estádios. Em 94, foi a vez do samba da Mangueira “Me leva que eu
vou sonho meu…” fazer a alegria das torcidas. Em 95, a Estácio
de Sá, com o enredo “Uma vez Flamengo” fez uma homenagem ao
centenário do clube e o samba caiu na boca dos rubro-negros. Em
98, a Unidos da Tijuca celebrou os 100 anos do Vasco e,
independente de resultado no desfile no Grupo de Acesso, a torcida vascaína
canta o samba durante as partidas e tem um carinho enorme pela
agremiação tijucana. E o que dizer do samba de Neguinho da
Beija-Flor que é cantado por todas as torcidas, mudando apenas o
nome do clube no final do refrão? “Domingo eu vou ao Maracanã /
Vou torcer pro time que sou fã…”. É de arrepiar!
Apesar não
serem mais executadas nas rádios, as marchinhas e sambas
carnavalescos ainda fazem parte do repertório de músicas que as
torcidas cantam nos estádios. Entretanto, é uma pena que as
charangas estejam desaparecendo ou se apresentem em número muito
reduzido de músicos, se destacando apenas em jogos de times
pequenos do subúrbio ou do interior. Espero que as velhas
charangas sejam mais prestigiadas pelos clubes e voltem com
força total. Afinal, tem coisa melhor do que assistir a um jogo
de futebol ouvindo sambas e marchinhas de Carnaval?
Um abraço
do Mameluco e até a próxima!
Abaixo,
segue um vídeo sobre a Charanga do Flamengo exibido em um
programa da TV Cultura.
Endereço:
http://br.youtube.com/watch?v=hENl4RTuh34
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:: Abre Alas |
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Morar no Rio de Janeiro é um privilégio para poucos no mundo. A cidade é
maravilhosa não só por suas belezas naturais mas também por sua gente com seu
jeitinho carioca de ser. Entre tantas coisas que caracterizam a cidade e seu
povo, se destacam a praia, o futebol, o carnaval e o desfile das escolas de
samba, pelos quais tenho grande paixão. Agradeço ao Alex por este espaço onde
pretendo fazer uma relação entre as coisas do cotidiano e o carnaval. Neste
primeiro texto vou apenas fazer uma breve apresentação.
Nasci em Curitiba, mas vim para o Rio ainda com 6 meses. Acredito que
minha ligação com o carnaval vem desde o momento que meus pais me geraram, já
que nasci no mês de novembro, ou seja, nove meses depois do carnaval. Foi por
volta dos três anos que meus pais me levaram pela primeira vez na Avenida
Presidente Vargas para ver os carros alegóricos enfileirados antes do grande
desfile das escolas de samba. Nós também caminhávamos pela Rua da Alfândega e eu
ficava observando todo aquele comércio de fantasias e artefatos ligados ao
carnaval, e as lojas de discos tocando o LP com os sambas-enredo do ano. Meus
pais compravam o disco após minha grande insistência e ao chegar em casa, eu
ouvia os sambas incansavelmente até saber cantar todos. Muitas vezes, colocava o
LP para tocar e chamava minha mãe para juntos sambarmos como um autêntico casal
de mestre-sala e porta-bandeira.
Em 1989, me tornei torcedor da Imperatriz Leopoldinense, que naquele ano
ganhou o Carnaval com o enredo “Liberdade, liberdade, abra as asas sobre nós”. O
samba e o desfile foram lindos e não me deixaram outra escolha a não ser acolher
aquela agremiação dentro do meu coração.
Durante muitos anos viajei com meus pais no período de Carnaval, mas
nunca deixei de acompanhar os desfiles pela televisão. Ficava assistindo na sala
de TV do hotel durante toda a noite, lutando contra o sono, até a última escola
passar com o dia amanhecendo. No dia seguinte, buscava nos jornais as
informações para saber quem eram as favoritas, os bastidores dos desfiles etc.
No dia da apuração, arrumávamos as malas, colocávamos no carro e nos reuníamos
na sala da TV para acompanhar a divulgação das notas. Só após o resultado
retornávamos para casa. Chegávamos no Rio de Janeiro à noite e através da janela
do carro eu sentia aquele clima de festa e decepção no ar e via pedaços de
alegorias e fantasias pelo chão das ruas do centro da cidade.
Chegando à adolescência, as viagens de carnaval passaram a ser com os
amigos, mas o hábito de acompanhar o que acontecia no Rio não mudou. Curtia
muito as festas e os agitos do lugar durante o dia mas quando chegava a um certo
horário da noite eu abandonava tudo e ia pro quarto do hotel, pra um quiosque ou
pra qualquer lugar que tivesse uma televisão para poder acompanhar, ao menos, o
desfile da minha querida Imperatriz.
Depois de muitos anos lamentando o fato de não nascer em berço de
sambistas e de não ter amigos que curtissem o carnaval carioca, o que acabava me
desanimando de desfilar, recebi um convite inesperado de um amigo para desfilar
no Império Serrano em 2004. Aceitei na hora, até porque naquele ano a escola de
Madureira estava reeditando “Aquarela Brasileira” um dos sambas mais famosos e
bonitos da história. Finalmente chegou o grande dia! Meu coração parecia
explodir dentro da fantasia de cangaceiro ao ver as pessoas nas arquibancadas
delirarem com o samba e aplaudirem a passagem da escola. Foi inesquecível. A
minha vontade era de correr para o início do desfile e pegar o final da escola
para poder passar pela avenida mais uma vez. Desejo que só foi realizado no ano
seguinte desfilando dessa vez pela Unidos da Tijuca.
Após o carnaval de 2005 eu resolvi me aventurar dentro do mundo do samba
ao me inscrever no Tamborim Sensação, uma escolinha de percussão que forma
ritmistas para compor as baterias das escolas de samba. O que começou como uma
brincadeira acabou se tornando uma realidade. A rotina de ensaios me fez
conquistar muitas amizades e chegar ao meu objetivo. No Carnaval de 2006,
desfilei nas baterias da Estácio de Sá, Império da Tijuca e Paraíso do Tuiuti e
brinquei em ala na Unidos da Tijuca e na Imperatriz. A minha escola não foi bem,
mas tive o prazer de ser campeão na Estácio e na Império da Tijuca, pelos grupos
de Acesso A e B, respectivamente. Em 2007, desfilei na Imperatriz, Estácio,
Unidos da Tijuca, Império da Tijuca, Tradição e Vizinha Faladeira. Em 2008 saí
na Imperatriz, Império da Tijuca e na União de Jacarepaguá. Nesses dois anos não
fui campeão em nenhuma escola, mas o mais importante foi a enorme quantidade de
amigos que fiz nesse período. O carnaval passa, as amizades ficam.
Até a próxima pessoal!
Um abraço do Mameluco!
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:: Comentários das Colunas de
Mameluco |
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De:
Helbia
Mensagem:
Vim aqui prestigiar o seu trabalho,quero
aproveitar e lhe desejar muito sucesso. Beijos da Amiga Helbia
De:
Lindinha
Mensagem:
Parabéns David ! se eu fosse rica te comprava pra
mim te amo
De: Rafa
Mensagem: Adorei conhecer um pouco mais d vc
Interessante sua historia, realmente vc ama o carnaval. e n eh pra menos, um
festa mto linda deve ser comemorada com todo esse fervor bjs!
De: :Luna
Mensagem: Muito bom! Não tinha idéia de seu \"amor
fanático\" por carnaval. Beijocas, Luna.
De: Vanessa
Mensagem: Hmm que interessante! Gostei da idéia do
colunista, quero muito ler sobre essa relação do carnaval com o cotidiano... boa
sorte!!!
De: Rafael Lima
Mensagem: Interessante o texto desse novo
colunista. Até que esse tal de Mameluco, que mais parece ser o Zé do Caixão
(vide foto), escreve bem, com uma linguagem inteligente, mas capaz de ser
assimilada por qualquer um que lê. Sua história no carnaval coincide muito com a
de todos nós que somos admiradores dessa cultura carioca e não descendemos do
sangue de bambas do samba, creio eu. Talvez por isso também se dê o meu gosto
por esse seu primeiro texto. Muito bom... Parabéns e Boa Sorte!!!
De: Filipe
Mensagem: Parabéns David ! Outro golaço !!!! :-)
Muito bacana a iniciativa do Alex... Vida longa ao projeto e à tua escrita !
De: Alvinho
Mensagem: E viva o carnaval e mais um espaço pra se
falar dele! Boa sorte pra ti nos carnavais, e nessa nova jornada de escritor!
De: Mário Roque
Mensagem: Esse Mameluco em termos de samba (e de amizade) é, como diria o juri:
\"DEZ, nota DEZ\"! Mameluco vai crescer com as escolas de samba e as escolas de
samba vão crescer com Mameluco. Abraço
De: Aloysio Itajahy
Mensagem: Grande Mameluco! O sambista! Parabéns
pela coluna! Valeu por me citar \'implicitamente\' na sua bonita \'história
carnavalesca\'. Sinto-me um responsável orgulhoso pela sua incursão na avenida.
Ainda me lembro da sua chegada numa nova turma de colégio, quando te
perguntaram: \"qual a sua escola de samba?\" E você respondeu de bate-pronto:
\"...eu sou Imperatriz!!!\". Naquela época brincávamos COM o carnaval, e hoje
brincamos O carnaval. Grande abraço do amigo!
De: Aloysio Itajahy
Mensagem: Grande Mameluco! O sambista! Parabéns
pela coluna! Valeu por me citar \'implicitamente\' na sua bonita \'história
carnavalesca\'. Sinto-me um responsável orgulhoso pela sua incursão na avenida.
Ainda me lembro da sua chegada numa nova turma de colégio, quando te
perguntaram: \"qual a sua escola de samba?\" E você respondeu de bate-pronto:
\"...eu sou Imperatriz!!!\". Naquela época brincávamos COM o carnaval, e hoje
brincamos O carnaval. Grande abraço do amigo!
De: Marcelle
Mensagem: É senhorito Mameluquitos...vc tem uma
estoria bem parecida com a minha..eu sempre tive vontade de desfilar mas sempre
assistia nas arquibancadas..até que um dia desfilei pela primeira vez na Imperio
serrano e cai de boca no Carnaval...assim como vc participei do Tamborim
sensaçao...e desfilei em algumas escolas como ritmista...inclusive na minha
escola de coraçao (Portela) deve ser por isso q nos conhecemos...hahahha Bjos e
Parabens pela coluna!!!!
De: Bárbara
Mensagem: Sua paixão pelo Carnaval é bem visível, e
acho que vc só não se dedica mais à esse mundo por falta de tempo. Eu tenho
certeza que sua ligação com o Carnaval ou Samba não se limita a ter sido
concebido no mês do Carnaval. Acho que essa ligação vem de outras vidas. Adoro
ter um amigo doidinho por Samba e carnaval que nem vc tá. Bjus
De: Lucia Regina Salgueirense
Mensagem: OLA DAVI MUITO LEGAL SUA COLUNA...
PARABENS....SAUDADES QUERIDO ....
De: Victor 725 Sambista
Mensagem: Esse cara é dos mais maluco q eu conheço
no mundo Samba, só maluco não Fanático por samba. Tive o prazer de desfilar na
mesma ala q esse cara na Unidos da Tijuca em 2007, naquele um historia engraçada
o cara é tão maluco q ele saiu da Usina(TIjuca) passou em ramos na Imperatriz
para pegar sua Fantasia e logo em Seguida segguiu para Minha casa(em Belford
Roxo)só para pegar a Fantasia da Tijuca. O moleque nem sabia q Belford Roxo
existia mas ele veio no sistema GPS com seu super carro o Chevette possante.
Esse sitema GPS é Novo é meu celular e o Dele, eu ficava no Cel ensinando o cara
a chegar aqui em casa, mas valeu ele chegou bem pegoua Fantasia ainda conheceu a
a Inocentes de Belford Roxo. E esse ano só não foi campeão pq não quis a
INocentes estava de portas abertas para vc, te espero na Inocentes em 2009.
Valeu DD boa coluna. Um abraço
De: Victor 725 Sambista
Mensagem: Esse cara é dos mais maluco q eu conheço
no mundo Samba, só maluco não Fanático por samba. Tive o prazer de desfilar na
mesma ala q esse cara na Unidos da Tijuca em 2007, naquele um historia engraçada
o cara é tão maluco q ele saiu da Usina(TIjuca) passou em ramos na Imperatriz
para pegar sua Fantasia e logo em Seguida segguiu para Minha casa(em Belford
Roxo)só para pegar a Fantasia da Tijuca. O moleque nem sabia q Belford Roxo
existia mas ele veio no sistema GPS com seu super carro o Chevette possante.
Esse sitema GPS é Novo é meu celular e o Dele, eu ficava no Cel ensinando o cara
a chegar aqui em casa, mas valeu ele chegou bem pegoua Fantasia ainda conheceu a
a Inocentes de Belford Roxo. E esse ano só não foi campeão pq não quis a
INocentes estava de portas abertas para vc, te espero na Inocentes em 2009.
Valeu DD boa coluna. Um abraço
De: Bruno Guedes
Mensagem: Que isso fera?! Porque os mais loucos por
carnaval, não são nascidos no RJ? Eu tbm não sou hahahahahaah Parabéns pela
coluna e vamos que vamo! Abraços
De: Iv
Mensagem: David, Adorei a sua coluna de estréia.
Fui lendo e fui relembrando de várias passagens de minha vida. Pois tb fiquei
muito tempo fora do RJ e só acompanhava os desfiles pela TV, revistas e jornais,
mas nunca perdi o interesse. No fundo, nossas estórias se completam... é o amor
de sambista mesmo! Abração e parabéns pela estréia.
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Seu site anda
meio parado ? Quer dar uma sacudida nele ?
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entendo pq tu me fizeste trabalhar com todos eles... ...tu é o Rei dos Reis pai
amado, o REI dos reis ;) |
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